Rumo a Belém: António José Seguro, o político do consenso que regressa para unir

Nascido nos idos de 1962, em Penamacor, Seguro veio a licenciar-se em Relações Internacionais, pela Universidade Autónoma de Lisboa e fez-se mestre em Ciência Politica no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE – IUL).
A par do candidato António Filipe, cedo começou a sua vida política e partidária, tendo sido presidente do Conselho Nacional de Juventude entre 1985 e 1990, presidente do Fórum da Juventude da União Europeia, entre 1989 e 1993 e líder da Juventude Socialista entre 1990 e 1994.
Foi deputado da Assembleia da República pelo Partido Socialista (PS) entre 1991 e 1995, e novamente entre 2002 e 2014. Entre 1999 e 2001 foi deputado do Parlamento Europeu e, em 2001 integra o governo de António Guterres como ministro adjunto do primeiro-ministro, função que desempenha até 2002.
Entre 2011 e 2014, sucedendo a José Sócrates e antecedendo António Costa, António José Seguro foi secretário-geral do Partido Socialista. Foi membro do Conselho de Estado nesse mesmo período.
Seguro considera que a sua eleição para Presidente da República é necessária para equilibrar politicamente o país e combater extremismos. O candidato acredita que o panorama político do país está desequilibrado, tendo o campo político da direita dois terços da representatividade no parlamento, a maioria das câmaras municipais e juntas de freguesia, além dos governos regionais dos Açores e da Madeira. Acredita também que a sua eleição ajudaria a reequilibrar as forças democráticas em Portugal.
António José Seguro tem sido particularmente parco em expressar intenções para um possível mandato como Presidente da República, no entanto, sumariando o que sugeriu em debates e entrevistas, parece-me correcto afirmar que Seguro intenta:
– Aplicar a lei de forma rigorosa e isenta;
– Dispor de moderação institucional e diálogo com os demais poderes democráticos;
– Recuperar as presidências abertas e de proximidade por todo o território nacional;
– Fomentar governos de projecto e não de turno;

Seguro marcou presença em variedade de momentos televisionados dedicados às Presidenciais 2026, entre eles os debates frente-a-frente e o grande debate a 8 na rádio, todos eles disponíveis abaixo:
António José Seguro Vs André Ventura (TVI)
António José Seguro Vs Cotrim de Figueiredo (RTP)
António José Seguro Vs Jorge Pinto (RTP)
António José Seguro Vs Marques Mendes (RTP)
António José Seguro Vs Gouveia e Melo (SIC)
António José Seguro Vs Catarina Martins (SIC)
António José Seguro Vs António Filipe (TVI)
Debate na rádio com 8 candidatos (exceptuando André Pestana, Humberto Correia e Manuel João Vieira) (Renascença, Observador e TSF).
António José Seguro encabeça uma candidatura que vê a Presidência da República como um espaço de mediação, diálogo e recomposição de consensos democráticos. É uma candidatura que aposta não na rutura, mas sim na confiança, colaboração e cultura democrática, assumindo que, num contexto de instabilidade, essas qualidades são, por si só, um ativo político relevante.
António José Seguro tem o seu próprio site de campanha, que podem visitar em: www.seguropresidente.pt/
A próxima candidata a ser apresentada neste caminho para Belém será Catarina Martins.


