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Aslan, o leão das Crónicas de Nárnia, de C.S. Lewis, interpretado por Liam Neeson, no filme "The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe" (2005), de Andrew Adamson.

…o mobiliário de qualidade superior

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, primeiro volume das Crónicas de Nárnia, apresenta quatro irmãos britânicos que descobrem um mundo mágico através de um velho guarda-fato. Em Nárnia, onde animais falam e o inverno nunca termina, os protagonistas são arrastados para uma batalha entre forças do bem e do mal. Com uma narrativa leve e imaginativa, C.S. Lewis combina aventura, simbolismo e um universo rico em criaturas e mistério, criando uma história que continua a cativar leitores de todas as idades.

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Bandeira da República Portuguesa

…o PT 7

Portugal ocupa a 7.ª posição no Global Peace Index, consolidando-se como um dos países mais seguros do mundo. O estudo avalia a paz e a estabilidade de 163 nações, destacando Portugal pela sua baixa criminalidade e estabilidade política. Enquanto a segurança global tem vindo a deteriorar-se nos últimos anos, Portugal continua a melhorar no ranking, reforçando a sua reputação como um dos destinos mais pacíficos para viver e visitar.

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Stephen Hawking flutua em voo de gravidade 0, realizado pela empresa Zero-G Corp

…a ausência de princípio e fim

A Brief History of Time, de Stephen Hawking, é uma obra que torna acessíveis temas complexos da física, como buracos negros, a expansão do universo e a natureza do tempo. Escrito para um público não especializado, combina explicações claras e exemplos visuais que ajudam a compreender conceitos abstratos complexos. Uma leitura fascinante e acessível para quem deseja explorar os mistérios do cosmos sem precisar de um diploma em física.

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Capa do livro "O Sem Pavor" de António da Costa Neves. 1ª Edição pela editora Saída de Emergência

…o Sem Pavor

“O Sem Pavor”, de António Costa Neves, transporta-nos para a época da Reconquista, onde Geraldo Geraldes, figura lendária da Reconquista, se destaca como guerreiro e estratega. Entre cenários de batalha e alianças instáveis, a obra propõe-se a recriar a atmosfera de um Portugal medieval em formação, mas falha onde mais importa: na narrativa.

Os diálogos são desinspirados, as personagens carecem de identidade própria e a estrutura oscila entre a ficção e a exposição histórica de forma pouco equilibrada. O resultado é um livro que, em vez de transportar o leitor para o século XII, lembra um manual intercalado com breves momentos de romance. Para quem procura uma leitura envolvente sobre Geraldo Geraldes, esta pode não ser a melhor escolha.

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Marlon Brando como Vito Corleone, em The Godfather, filme de Francis Ford Coppola

…a criminalidade organizada

Nos últimos meses, a narrativa da insegurança tem sido amplificada por alguns meios de comunicação e certos grupos políticos, insistindo que Portugal está a mergulhar num caos criminal, supostamente impulsionado por uma imigração descontrolada. Mas, quando olhamos para os números, a história é bem diferente.

Os dados oficiais mostram que, apesar de um aumento da criminalidade em 2022 e 2023 (face aos anos atípicos da pandemia), os números continuam abaixo dos registados entre 2002 e 2013. Além disso, Portugal mantém-se entre os países mais seguros do mundo, ocupando em 2024 o 7º lugar no Global Peace Index.

Curiosamente, quando falamos de crimes violentos e organizados, a imigração surge como bode expiatório, enquanto as manchetes apontam noutra direção: claques de futebol, compostas maioritariamente por cidadãos nacionais, acumulam processos por homicídio, tráfico de droga, violações e atentados contra a liberdade de expressão.

Se queremos falar de segurança, falemos a sério. Mas talvez seja mais útil focar na realidade do que insistir numa ficção conveniente.

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Valter Hugo Mãe

…a imprudência

“Homens imprudentemente poéticos”, de Valter Hugo Mãe, é um romance que decorre numa aldeia do Japão rural, onde a relação entre a humanidade, a natureza e o divino se desenrola de forma simbólica e contemplativa. A narrativa constrói um mundo envolto em misticismo, habitado por personagens cujas virtudes e defeitos remetem para arquétipos clássicos. Com uma prosa densamente poética, a obra enfatiza a estética da linguagem tanto quanto a progressão da história, explorando temas como espiritualidade, destino e a impermanência da vida.

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Capa de "Matadouro Cinco" de Kurt Vonnegut.

…a volubilidade temporal

“Slaughterhouse Five”, de Kurt Vonnegut, é uma viagem literária tão inconvencional quanto inesquecível. Misturando ficção, uma poderosa mensagem pacifista e um sarcasmo demarcado, a obra transporta-nos pela vida de Billy Pilgrim, um homem “volúvel no tempo”, saltando entre a Segunda Guerra Mundial, partes do seu quotidiano na américa das décadas seguintes e encontros inesperados com seres extraterrestres. Com humor ácido e uma narrativa caótica, Vonnegut desmonta a lógica tradicional do tempo e das histórias de guerra. Um livro curto, mas poderoso, recomendado a quem aprecia ficção irreverente e desafiadora.

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Logótipo do Grupo Desportivo de Lagoa

…o desportivismo

No passado domingo, 26 de janeiro, o Grupo Desportivo Fabril do Barreiro enfrentou um contratempo a caminho do jogo contra o Grupo Desportivo de Lagoa, para o Campeonato de Portugal, devido a uma avaria no autocarro da equipa. O GD Lagoa, ao saber da situação, prestou apoio imediato, garantindo inclusive as refeições para os jogadores e equipa técnica adversária. O Fabril agradeceu publicamente o gesto, que foi elogiado pelos adeptos de ambos os clubes, destacando o espírito de desportivismo e cooperação no futebol.

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Paisagem da Guiné-Bissau, país central na narrativa de "Memórias de um Prisioneiro na Guerra Colonial"

…o cativeiro

Memórias de um Prisioneiro na Guerra Colonial”, de António Júlio Rosa, é um relato intenso e humano sobre a guerra colonial portuguesa. Através da experiência do autor como prisioneiro de guerra na Guiné-Bissau, a narrativa revela os horrores, a resiliência e as duras realidades de um conflito que marcou uma geração. Um testemunho cru e indispensável para quem se interessa por história e literatura de guerra.

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Paisagem do Rio Minho, à beira do qual se desenvolve o enredo de "Maria Manuel" de Paulo Moreira.

…as pessoas com nomes de dois géneros

“Maria Manuel”, de Paulo Moreira, transporta-nos para um Minho envolto em mistério, onde uma doença súbita desencadeia uma jornada repleta de trauma, preconceito e intriga. Com um ritmo marcado pela experiência teatral do autor, este romance combina tensão, ternura e um grande enigma por resolver. Uma leitura envolvente para quem aprecia histórias profundas e bem construídas.

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